Os estudos realizados durante todo o último ano na área de geologia, resíduos, reutilização de resíduos, novos produtos tecnológicos, design e saúde do trabalhador foram apresentados na tarde desta sexta-feira, 29/04, na V Mostra de resultados de pesquisas aplicadas ao arranjo produtivo de gemas e joias do Rio Grande do Sul, que aconteceu no Museu de Pedras Preciosas e Mineralogia “Egisto Dal Santo”, durante a EXPOSOL 2016.
As pesquisas realizadas por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Universidade de Passo Fundo (UPF), descrevem soluções de problemas científicos e tecnológicos do setor, em linguagem técnico-empresarial, adequada ao atendimento dos usuários da pesquisa, empresários e trabalhadores pedristas.
Mais de 10 pesquisas foram apresentadas. Entre elas, a do professor da UPF, Delton Luiz Gobbi. Durante a palestra ele relatou a importância da criação do laboratório de identificação de gemas, que funciona no CT Pedras em Soledade, no sentido de auxiliar os produtores. “A região de Soledade é uma grande exportadora de gemas e um dos problemas é a falta de certificação destas gemas, a identidade delas. Então a criação deste laboratório tem como objetivo superar esse obstáculo para as empresas terem mais segurança na hora de comercializar uma gema com identidade própria”, destacou.
A mostra foi assistida por professores e alunos da UFRGS, UPF e Unisinos e por representantes da APROSOL, Sindipedras e CT Pedras. Todas as pesquisas apresentadas estão reunidas no livro “Gemas, joias e mineração: pesquisas aplicadas no Rio Grande do Sul”.


